Todos nós enfrentamos milhões de experiências diárias, boas e ruins. E essas experiências vão se acumulando em nossa memória permanente, mas nem sempre são acessadas. Compreender o significado de cada experiência vivida é complicado, nem sempre conseguimos definir se avançamos ou regredimos com a situação vivida.
Mas de uma coisa eu tenho certeza, essas experiências aprofundam a alma. Todo ser que se coloca diante de múltiplas experiências acaba sendo moldado e refinado por elas, mas acredito que as experiências vão ao encontro de todos nós, logo todos deveríamos ser indivíduos mais profundos, moldados e refinados ao longo de nossas vidas. Então por que essa suposta fórmula de sabedoria não é uma regra? Shekespeare se adiantou em responder quando disse que não importa quantas velas assopramos, mas com os tipos de experiências de vida que tivemos e o que aprendemos com cada uma delas.
A verdade é que nem sempre entendemos a nossa rotina de experiências, e em alguns casos essa rotina limita nossa percepção e acaba fazendo com que passemos pelas estradas da vida como se estivéssemos dormindo ao longo do caminho. Em outros casos essa mesma rotina pode nos acorrentar em um universo fatalítico, fazendo com que percamos nossas perspectivas e desmereçamos o valor dessa nossa rotina de experiências.
Entender o caminho, desentender, se perder, se reencontrar é normal... mas o melhor é compreender cada uma dessas esquinas, e assim permitir que a nossa rotina de experiências liberte nossa mente, para descobrimos o significado de cada um delas .
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