Cada indivíduo racional desse universo infinito é cheio de percepções internas, de conhecimentos profundos e diferenciados. Oriundos de histórias de vidas bem particulares, que acabam construindo na surdina de nossas percepções um universo de teorias não capitadas por nós mesmos.
Em vários momentos do nosso dever diário, observo que a rotina tapa nossos olhos, limita nosso raciocínio, desmerece nossas percepções. E nesses momentos um choque de adrenalina, de realidade aplicada nas veias, desnudada de todas as maquiações, nos faz perceber as construções que fizemos em nosso interior e guardamos suas conclusões para o momento que precisaríamos delas.
No momento em que as catarses emergem para nossa consciência, quando entendemos que as conclusões a que chegamos foram resultado de uma longa jornada, da rotina diária, de nossas frustrações e alegrias, percebo uma satisfação pessoal por ter gerado minha própria teoria sobre tudo ou qualquer coisa. Percebo que a cada dia posso acumular algo novo, que em algum momento será utilizado para chegar a uma nova conclusão.
Em vários momentos do nosso dever diário, observo que a rotina tapa nossos olhos, limita nosso raciocínio, desmerece nossas percepções. E nesses momentos um choque de adrenalina, de realidade aplicada nas veias, desnudada de todas as maquiações, nos faz perceber as construções que fizemos em nosso interior e guardamos suas conclusões para o momento que precisaríamos delas.
No momento em que as catarses emergem para nossa consciência, quando entendemos que as conclusões a que chegamos foram resultado de uma longa jornada, da rotina diária, de nossas frustrações e alegrias, percebo uma satisfação pessoal por ter gerado minha própria teoria sobre tudo ou qualquer coisa. Percebo que a cada dia posso acumular algo novo, que em algum momento será utilizado para chegar a uma nova conclusão.